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A Metafísica Ancestral: Gabriel Machado transforma a memória do homem campeiro em arte no CasaCor RS
Por Administrador
Publicado em 11/08/2026 18:48
Cultura
 
Gabriel Machado apresenta “A Metafísica Ancestral” no CasaCor RS, em Porto Alegre
Exposição A Metafísica Ancestral, aborda ancestralidade, memória e a relação do homem campeiro com a paisagem do Pampa.
A partir de 12 de agosto, o público de Porto Alegre poderá conhecer a exposição “A Metafísica Ancestral”, do artista Gabriel Machado. A mostra integra o conjunto “Mente e Coração”, em cartaz no CasaCor Rio Grande do Sul, e permanece aberta à visitação até 4 de setembro.
Localizada na Avenida dos Estados, 747, a exposição apresenta uma investigação artística sobre a relação entre metafísica e ancestralidade na experiência do homem campeiro, utilizando como referências a paisagem, os costumes, os rituais e os conhecimentos transmitidos entre gerações.
A pesquisa de Gabriel Machado parte da compreensão de que a vida no campo não é constituída apenas por elementos concretos e observáveis. A relação com a natureza também envolve crenças, percepções e conhecimentos construídos ao longo do tempo.
Entre os elementos presentes nessa investigação estão a imensidão do Pampa, os ciclos da natureza, o fogo, o mate, a observação dos animais e a leitura do céu como forma de compreender as mudanças do tempo. Para o artista, essas práticas representam uma maneira de interpretar o mundo que ultrapassa a racionalidade objetiva.
Ancestralidade como experiência presente
Um dos principais eixos da exposição é a compreensão da ancestralidade não apenas como memória do passado, mas como algo que permanece presente nas relações e nos costumes.
Gestos, hábitos, conhecimentos e formas de interação com o ambiente são transmitidos entre gerações. Mesmo diante das transformações provocadas pelo tempo, parte dessa experiência permanece incorporada à identidade de quem vive ou possui vínculos com o campo.
A exposição procura justamente investigar essas permanências e a maneira como elas influenciam a percepção de mundo.
 
Memória familiar inspira pesquisa do artista
A investigação de Gabriel Machado também tem origem em uma memória pessoal. O artista recorda a imagem do pai parado diante do galpão, observando o horizonte ao final do dia.
Na infância, a cena despertava uma pergunta:
“O que tu tá olhando, pai?”
A resposta era direta:
“Nada, meu filho, tô aqui pensando.”
A lembrança, revisitada anos depois, passou a representar para o artista uma reflexão sobre silêncio, contemplação e a relação do homem com o espaço que o cerca.
É a partir dessa memória que a série amplia sua investigação para questões relacionadas à ancestralidade, à identidade e ao pertencimento.
 
Arte, cultura e memória do campo
“A Metafísica Ancestral” busca aproximar o público de elementos que fazem parte do imaginário e da experiência campeira. A paisagem do Pampa, os rituais cotidianos e os conhecimentos transmitidos entre gerações são utilizados como pontos de partida para uma reflexão sobre a permanência da cultura no presente.
A proposta da exposição é investigar como experiências de uma geração podem continuar influenciando as seguintes, não apenas por meio de histórias e objetos, mas também através de comportamentos, percepções e formas de interpretar a realidade.
Com isso, a obra de Gabriel Machado estabelece uma relação entre arte contemporânea, memória, ancestralidade e cultura regional, trazendo para o espaço expositivo elementos ligados à identidade do homem campeiro e à paisagem sul-rio-grandense.
 
Serviço
Exposição: A Metafísica Ancestral
Artista: Gabriel Machado @Gabriel Machado apresenta “A Metafísica Ancestral” no CasaCor RS, em Porto Alegre
Exposição A Metafísica Ancestral, aborda ancestralidade, memória e a relação do homem campeiro com a paisagem do Pampa.
A partir de 12 de agosto, o público de Porto Alegre poderá conhecer a exposição “A Metafísica Ancestral”, do artista Gabriel Machado. A mostra integra o conjunto “Mente e Coração”, em cartaz no CasaCor Rio Grande do Sul, e permanece aberta à visitação até 4 de setembro.
Localizada na Avenida dos Estados, 747, a exposição apresenta uma investigação artística sobre a relação entre metafísica e ancestralidade na experiência do homem campeiro, utilizando como referências a paisagem, os costumes, os rituais e os conhecimentos transmitidos entre gerações.
A pesquisa de Gabriel Machado parte da compreensão de que a vida no campo não é constituída apenas por elementos concretos e observáveis. A relação com a natureza também envolve crenças, percepções e conhecimentos construídos ao longo do tempo.
Entre os elementos presentes nessa investigação estão a imensidão do Pampa, os ciclos da natureza, o fogo, o mate, a observação dos animais e a leitura do céu como forma de compreender as mudanças do tempo. Para o artista, essas práticas representam uma maneira de interpretar o mundo que ultrapassa a racionalidade objetiva.
Ancestralidade como experiência presente
Um dos principais eixos da exposição é a compreensão da ancestralidade não apenas como memória do passado, mas como algo que permanece presente nas relações e nos costumes.
Gestos, hábitos, conhecimentos e formas de interação com o ambiente são transmitidos entre gerações. Mesmo diante das transformações provocadas pelo tempo, parte dessa experiência permanece incorporada à identidade de quem vive ou possui vínculos com o campo.
A exposição procura justamente investigar essas permanências e a maneira como elas influenciam a percepção de mundo.
 
Memória familiar inspira pesquisa do artista
A investigação de Gabriel Machado também tem origem em uma memória pessoal. O artista recorda a imagem do pai parado diante do galpão, observando o horizonte ao final do dia.
Na infância, a cena despertava uma pergunta:
“O que tu tá olhando, pai?”
A resposta era direta:
“Nada, meu filho, tô aqui pensando.”
A lembrança, revisitada anos depois, passou a representar para o artista uma reflexão sobre silêncio, contemplação e a relação do homem com o espaço que o cerca.
É a partir dessa memória que a série amplia sua investigação para questões relacionadas à ancestralidade, à identidade e ao pertencimento.
 
Arte, cultura e memória do campo
“A Metafísica Ancestral” busca aproximar o público de elementos que fazem parte do imaginário e da experiência campeira. A paisagem do Pampa, os rituais cotidianos e os conhecimentos transmitidos entre gerações são utilizados como pontos de partida para uma reflexão sobre a permanência da cultura no presente.
A proposta da exposição é investigar como experiências de uma geração podem continuar influenciando as seguintes, não apenas por meio de histórias e objetos, mas também através de comportamentos, percepções e formas de interpretar a realidade.
Com isso, a obra de Gabriel Machado estabelece uma relação entre arte contemporânea, memória, ancestralidade e cultura regional, trazendo para o espaço expositivo elementos ligados à identidade do homem campeiro e à paisagem sul-rio-grandense.
 
Serviço
Exposição: A Metafísica Ancestral
Artista: Gabriel Machado - @themachadogabriel
Local: CasaCor Rio Grande do Sul
Endereço: Avenida dos Estados, 747 – Porto Alegre/RS
Período: 12 de agosto a 4 de setembro de 2026
 
Ingressos CASACOR/RS 2026:
Inteira: R$ 96,00
Meia-entrada: R$ 48,00
A exposição A Metafísica Ancestral integra a programação do CASACOR/RS 2026, permitindo ao visitante conhecer a produção de Gabriel Machado.
 
Matéria: Mario Garcia

 

Local: CasaCor Rio Grande do Sul
Endereço: Avenida dos Estados, 747 – Porto Alegre/RS
Período: 12 de agosto a 4 de setembro de 2026
 
Ingressos CASACOR/RS 2026:
Inteira: R$ 96,00
Meia-entrada: R$ 48,00
A exposição A Metafísica Ancestral integra a programação do CASACOR/RS 2026, permitindo ao visitante conhecer a produção de Gabriel Machado.
 
Matéria: Mario Garcia - @mariogarciatcheche
 
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